BananinhaAzul porque um dia perguntei a cor de uma banana á minha filha e ela respondeu azul. Embora também pudesse ter este nome porque a cor azul é repetidamente relacionada com Autismo.
Com este blog passo a fazer uma das coisas que mais gosto de fazer que é escrever e escrevo sobre uma temática em que realmente tenho alguma coisa para dizer... Goste!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Ciência ao serviço do autismo

Pesquisas com células tronco avançam, na esperança de tratamento de muitas doenças, incluindo autismo.
O progresso das pesquisas com esta célula cresce e estão a ser publicados em revistas cientificas conceituadas.
Células Tronco- são as células com a capacidade de gerar cópias de si mesma e com potencial de diferenciar-se em vários tecidos. Podem ser-se recolhidas do cordão umbilical dos bebés, pode-se tirar da medula ossea em pessoas adultas, e o ano passado, cientistas brasileiros conseguiram extarir, pela primeira vez,células-tronco em dentes de leite.
Alyson Muotri, é um biólogo molecular brasileiro, está a pesquisar precisamente o uso das células-tronco, no tratamento do autismo. O investigador faz aqui uma explicação de como tudo se processa.

Célula tronco








Através de um estudo que não foi ainda publicado, descobriu um gene novo implicado em defeitos neuronais e está agora empenhado em implementar uma triagem de drogas automatizado, procurando por novos medicamentos, que sejam seguros para uso clínico.
No entanto, a descoberta de uma nova droga, depende sobretudo de financiamento.
O prazo que Alyson Muotri estima ter um novo medicamento, é no prazo máximo, de 10 anos, incluindo os ensaíos clínicos e considerando que terá uma droga experimental nos próximos 2,3 anos.
Mas não é só Alyson Muotri, que está a investigar o uso das células tronco, no tratamento do autismo.
Está a decorrer uma investigação, feita por pesquisadores do Centro Médico Sutten em Sacramento, que recrutaram, no ano passado, cerca de 30 crianças,  para um estudo que testa os resultados da injeção de células-tronco, dos cordões umbilicais de voluntários. O estudo é o primeiro a ser aprovado pela vigilância sanitária do país. Os cientistas querem saber, se o tratamento ameniza os sintomas e se dá pistas sobre a natureza do problema.
As crianças, com idades entre os 2 e os 5 anos, foram divididas em 2 grupos. Um recebeu injeção com células-tronco, enquanto o outro recebeu placebo. Depois de 6 meses os grupos trocam.
Este ano terminará este estudo e só depois, será publicado o resultado que esperemos que seja positivo...
Com estas possibilidades, nós pais ficamos com uma esperança acrescida...
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3 comentários:

  1. Sem dúvida que nós pais "agarramo-nos" a qualquer esperança, afinal lutamos bastante pelos nossos filhos e por vezes é bom ouvir coisas boas.

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  2. A gente vive na expectativa desses avanços, né?
    Eu fico pensando o quanto já ganhamos, inclusive em ver pessoas confiáveis ressuscitando a possibilidade de cura...
    Tudo de bom!
    Um beijo!
    Parabéns pelo post!!!

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