- "As empresas farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas em curar as pessoas como em sacar-lhes dinheiro e, por isso, a investigação, de repente, é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam totalmente, mas que tornam crónica a doença e fazem sentir uma melhoria que desaparece quando se deixa de tomar a medicação" a afirmação é de Richard J. Roberts, Prémio Nóbel da Medicina, em entrevista ao "La Vanguardia"
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- Uma nova pesquisa veio confirmar que disfunções na produção e no transporte da proteína Arc podem ter uma papel-chave no autismo.
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