Muito se fala das Perturbações do Espectro do Autismo, as mais faladas são a própria perturbação autística e perturbação de Asperger, mas para além destas duas existem mais três. São elas, a perturbação global do desenvolvimento sem outra especificação ou autismo atípico, também bastante falado. A Síndrome de Rett mais rara e mais complicada e por último a perturbação desintegrativa da segunda infância.
E é sobre esta última que eu hoje vou falar. É que ontem andei a ler uns documentos que já tenho há algum tempo e passei os olhos por cima deste nome. Embora já o tivesse ouvido, não sabia ao certo do que se tratava, e por isso fui investigar.
Também conhecida por Sindrome de Heller, a perturbação desintegrativa da segunda infância é uma doença degenerativa do cérebro, pelo que tem o prognóstico mais reservado do que o autismo clássico. É bastante rara e grave e é mais comum no sexo masculino.
É como se fosse um autismo de início tardio, esta perturbação caracteriza-se por um desenvolvimento normal da criança até determinada altura quando começam a apareçer os sintomas. Aconteçe sempre depois dos primeiros 2 anos e nunca depois dos 10 anos.
Num espaço de 4 a 8 semanas as crianças têm várias perdas. Podem ter todas, ou apenas algumas das que se seguem:
É portanto muito semelhante ao autismo clássico.
O transtorno desintegrativo da infância foi identificadoem 1908, por Theodore Heller, um educador austríaco. Heller relatou o caso de seis crianças que, após um desenvolvimento aparentemente normal nos quatro primeiros anos de vida, apresentaram graves regressões.
E é sobre esta última que eu hoje vou falar. É que ontem andei a ler uns documentos que já tenho há algum tempo e passei os olhos por cima deste nome. Embora já o tivesse ouvido, não sabia ao certo do que se tratava, e por isso fui investigar.
Também conhecida por Sindrome de Heller, a perturbação desintegrativa da segunda infância é uma doença degenerativa do cérebro, pelo que tem o prognóstico mais reservado do que o autismo clássico. É bastante rara e grave e é mais comum no sexo masculino.
É como se fosse um autismo de início tardio, esta perturbação caracteriza-se por um desenvolvimento normal da criança até determinada altura quando começam a apareçer os sintomas. Aconteçe sempre depois dos primeiros 2 anos e nunca depois dos 10 anos.
Num espaço de 4 a 8 semanas as crianças têm várias perdas. Podem ter todas, ou apenas algumas das que se seguem:
- Perda de Linguagem Expressiva e Compreensiva
- Perda de Comunicação Não Verbal
- Perda do Desejo de Envolvimento Social
- Perda do Controlo Intestinal
- Défice ao Nível do Contacto Visual
- Perda de Capacidade Motora
- Défice do Comportamento Adaptativo
É portanto muito semelhante ao autismo clássico.
O transtorno desintegrativo da infância foi identificadoem 1908, por Theodore Heller, um educador austríaco. Heller relatou o caso de seis crianças que, após um desenvolvimento aparentemente normal nos quatro primeiros anos de vida, apresentaram graves regressões.


