Olá, como vos disse na ultima sexta feira no post da sugestão "Alzheimer´s Project" ,este fim de semana foi de pesquisa, para mim. Andei a ler, sobre as semelhanças entre a doença de Alzheimer e o Autismo.
Os problemas mais óbvios, em comum, são as alterações no hipocampo, com as suas alterações no processamento de memórias, mas, uma coisa em particular chamou-me a atenção, as alterações na Mielina.
Para ser sincera, já me começo a cansar de tantas hipóteses e nenhuma certeza. Nós pais de crianças autistas, andamos sempre "á caça" de novas informações viáveis, para ajudar as nossas crianças, mas eu ás vezes já começo a ficar baralhada, com tanta informação. É certo que "o saber não ocupa lugar", já dizia o meus pai, mas é demais.
Contudo, fiquem atentos que nós não desisistimos, os primeiros a abandonar os barcos são os ratos e de ratos. nós não temos nada.
Quarta feira, tenho outra informação muito interessante para vos dar, fiquem atentos...
Beijinhos
Os problemas mais óbvios, em comum, são as alterações no hipocampo, com as suas alterações no processamento de memórias, mas, uma coisa em particular chamou-me a atenção, as alterações na Mielina.
A Mielina constituída por 70% lipídios e 30%
proteínas, actua como um isolamento
elétrico e aumenta a velocidade de propagação do impulso nervoso ao
longo do axônio.
As sinapses são dadas pelo final do axónio de um neurónio, ao dentrito ou
corpo celular de outro neurónio. E é assim que as informações passam e quando isso não aconteçe, resulta em perda de funcionamento para as áreas do cérebro.
Se no Autismo existe perda de funcionamento do cérebro, logo, isso pode dever-se a alterações da Mielina, (embora também exista a hipótese de estar relacionado com as proteínas neuroligina -1 e neuroligina -2, ou outras).
Nas muitas leitutras que fiz, encontrei informações, sobre, como reconstruir a Bainha de Mielina:
- Evitar açucares e comidas processadas
- Aumentar o consumo de ómega-3 e ómega-6 comendo peixes gordos pelo menos 2 vezes por semana ( salmão, atum, sardinhas, trutas). Para ter a certeza, de que o seu filho ingere as quantidades suficientes de ómega 3 pode dar-lhe os ómegas em suplementos, a Bruna toma e é algo que está ciêntificamente comprovado que melhora a capacidade intelectual.
- Ácido oléico é necessário. Azeite, abacate e nozes contêm ácido oleico.
- Aumentar a ingestão de vitamina B e D ( produzida, sobretudo, pela ação dos raios ultravioleta B na pele, embora também possa ser obtida em alguns alimentos, principalmente peixes gordos, ou pela suplementação vitamínica.)
Para ser sincera, já me começo a cansar de tantas hipóteses e nenhuma certeza. Nós pais de crianças autistas, andamos sempre "á caça" de novas informações viáveis, para ajudar as nossas crianças, mas eu ás vezes já começo a ficar baralhada, com tanta informação. É certo que "o saber não ocupa lugar", já dizia o meus pai, mas é demais.
Contudo, fiquem atentos que nós não desisistimos, os primeiros a abandonar os barcos são os ratos e de ratos. nós não temos nada.
Quarta feira, tenho outra informação muito interessante para vos dar, fiquem atentos...
Beijinhos
Sou psicóloga, tenho Esclerose Multipla e sempre pensei no autismo como caminho inverso da minha doença... tenho 19 anos de esclerose multipla minha doença é desmielinizante, estou com 37 anos e convivo com perdas significativas... motor, de equilibrio, tenho uma paraparesia do lado direito, mas trabalho normalmente e hj t6rato com vitamina d associada a uma dieta ovovegetariana e tenho sentido melhoras!
ResponderEliminarAinda bem que se sente melhor. Muita força é o que lhe desejo. Beijinhos...
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