Ouvi hoje pela primeira vez e é uma estória de força, uma metáfora que espelha muitas vezes a relidade da nossa vida:
"Era uma vez uma competição de sapinhos. Eles tinham que subir uma grande torre.
Atrás, havia uma multidã...o, para torcer por eles.
Começou então a competição.
E à medida que os sapinhos iam subindo, todos diziam:
_ Não vão conseguir, é muito difícil! É muito alto!
E os sapinhos iam desistindo, um a um.
E a multidão continuava:
_ Não vão conseguir, não vão conseguir!
E os sapinhos iam ouvindo e desistindo, caindo um por um.
Até que só sobrou um,
E a multidão continuava:
_ Não vai conseguir, não vai conseguir!
E este sapinho terminou a competição sendo o vencedor.
Quando desceu da torre, todos vieram felicita-lo. E todos queriam saber, como ele conseguiu, qual era o seu segredo, até que descobriram que o sapinho era surdo.
Muitas vezes devemos agir assim como o sapinho, surdos para a voz da multidão.
E atentos para ouvir a voz da fé. Pois a fé é individual. Se a multidão não tem a fé para chegar onde você deseja chegar, oiçam a vossa fé e não ouça ninguém.
"Era uma vez uma competição de sapinhos. Eles tinham que subir uma grande torre.
Atrás, havia uma multidã...o, para torcer por eles.
Começou então a competição.
E à medida que os sapinhos iam subindo, todos diziam:
_ Não vão conseguir, é muito difícil! É muito alto!
E os sapinhos iam desistindo, um a um.
E a multidão continuava:
_ Não vão conseguir, não vão conseguir!
E os sapinhos iam ouvindo e desistindo, caindo um por um.
Até que só sobrou um,
E a multidão continuava:
_ Não vai conseguir, não vai conseguir!
E este sapinho terminou a competição sendo o vencedor.
Quando desceu da torre, todos vieram felicita-lo. E todos queriam saber, como ele conseguiu, qual era o seu segredo, até que descobriram que o sapinho era surdo.
Muitas vezes devemos agir assim como o sapinho, surdos para a voz da multidão.
E atentos para ouvir a voz da fé. Pois a fé é individual. Se a multidão não tem a fé para chegar onde você deseja chegar, oiçam a vossa fé e não ouça ninguém.

Amei!
ResponderEliminarAdorei teu blog! Conheci hoje mas vou voltar aqui com certeza!
ResponderEliminarDaniela - Janelinha para o mundo
(ah e compartilhei a historinha do sapinho em meu facebook, amei!)
Ainda bem que gostou Janaina. Daniela também fico contente de ter gostado, já visitei várias vezes o seu blog também gosto de ler o que escreve :)
ResponderEliminarAdorei a história, já ouvi tanta coisa por causa da minha pequena que fui cada vez ficando mais forte, talvez porque tive quem me apoia-se para além daquelas pessoas que deitam abaixo.
ResponderEliminarNa altura que recebi o diagnostico da minha menina fiquei com uma tristeza tão grande, não vou dizer que é tudo um mar de rosas, mas a minha menina é o meu mundo, é verdade, eu vivo em função dela, neste momento tudo é em função dela, por mais que tente levar uma vida o mais normal possível esse possível é em discernimento da minha filhota. Agora acho que já me sinto bem com isso e vou lutar pelo bem dela. Mas também existe muita incompreensão e quando nós "levamos" com patadas dessas.
A minha pequena em Setembro do ano passado teve varicela e para além das bolhas ficou com febres muito altas e tive de ir com ela ao hospital, a médica que eu apanhei foi o mais desumana possível a ponto de ela berrar para um lado e eu para o outro.... A minha pequena aos prantos de tanto chorar e ela a agarrá-la e a chamar 5 enfermeiras( sim vieram mesmo 5) para a agarrarem para a poder examinar porque a menina era autista....E depois de um pequeno escândalo ainda se vira para mim e diz que se eu não reparei que a minha filha tinha um problema era porque era burra porque a menina tinha a cabeça muito grande. Eu fiquei de rastos e mesmo bastante furiosa com a médica, mas não se pode pintar todos de igual.
No final do ano a minha pequena ganhou 2 outites nos ouvidos e novamente febre e lá tive de ir novamente ao hospital( já ia cheia de receios por causa do médico que iria apanhar de serviço), foi uma médica que foi tão amorosa,falou tão meiguinho para a pequena que ela até a deixou examinar toda,não foi preciso ajuda de enfermeiras nem nada e ainda lhe perguntei por via das dúvidas em relação ao perímetro cefálico da pequena ao que ela respondeu que era normal para o corpo e altura dela( já que ela é bem grande para a idade).
Por isso nós mães temos muito que aguentar.
Bjinhos